Babywearing e Osteopatia - entrevista com Susana Wilton

Babywearing e Osteopatia - entrevista com Susana Wilton

Estamos em pulgas por mais uma conversa e temos o prazer de vos apresentar a Susana Wilton. É enfermeira, com cerca de 20 anos de experiência em contexto hospitalar, muitos dos quais em serviços de obstetrícia e neonatologia. Com a formação em Osteopatia Infantil a Susana reúne uma perspetiva muito particular sobre o bem-estar e as necessidades específicas dos bebés.

Hoje aproveitamos para saber mais sobre o papel da osteopatia para bebés, como funcionam estas consultas, em que casos e que podem ser a solução certa para os nossos bebés, e como é que o babywearing e a osteopatia se conjugam.

Susana, bem-vinda e obrigada por ter aceitado o nosso convite. A primeira dúvida que temos é saber o que motiva os pais a marcar uma consulta? Quais são as maiores preocupações dos pais?

Olá, é um prazer gigante poder estar aqui e falar sobre esta área que tanto me apaixona, que é a Osteopatia Pediátrica. Respondendo à pergunta: as principais razões que levam os pais a procurar a ajuda da osteopatia são, sobretudo: 

  • A plagiocefalia, malformações cranianas no bebé quando nasce já com apresentações cranianas diferentes do habitual;
  • O torcicolo;
  • O refluxo;
  • As cólicas; 
  • A irritabilidade;
  • A dificuldade em dormir à noite;
  • A otite;
  • A displasia da anca.

São várias as situações mas estas serão as que mais aparecem.  

A prescrição do colo do Sling é comum para quem procura ajuda para estes problemas?



No meu consultório é muito comum. está quase sempre presente porque funciona como um excelente aliado para o tratamento de osteopatia. Muitas vezes este tema é abordado e pergunto às famílias e às mães se já conhecem, se já têm. Muitas delas já conhecem, ou porque alguém emprestou ou porque já procuraram mais informação sobre as virtudes do babywearing. Outras vezes não conhecem e sou eu a transmitir essa informação que no fundo ajuda ao meu trabalho. 

Como se ligam Babywearing e Osteopatia? Como é que o Sling pode ser um aliado da Osteopatia? 

O Sling é um aliado em várias situações, não só para o bebé mas também para a mãe. No bebé, funciona como um aliado no tratamento da displasia da anca, do torcicolo, o torcicolo congénito, até nas questões posturais ou em questões de malformações cranianas. Além disto tem a virtude do vínculo que é promovido neste colo e no contacto pele a pele. E isto para mim é muito importante, não é apenas na questão do transtorno físico, mas também no lado emocional, que é fundamental para o bem-estar do bebé e para o bem-estar da mãe.

Em relação à mãe o benefício prende-se com a ajuda, que acaba por ser muito grande, por permitir transportar o bebé, centrado no corpo da mãe, o que evita que haja dispersão de carga e assimetrias de pressão e de carga no corpo da mãe. Ainda para mais no pós-parto em que está a recuperar de alterações tão importantes que aconteceram durante a gravidez. Tem muitas virtudes e acaba por prolongar para fora do consultório o tratamento que é feito. 

Nós quando falamos de babywearing centramo-nos muitas vezes nos benefícios para o bebé. Podemos falar mais sobre o papel do Sling enquanto promotor de uma boa postura para a mãe? Isto porque, quando engravida, os nove meses de gestão implicam alterações fisiológicas e uma mudança do centro de gravidade, que depois precisam de ser corrigidas no pós-parto… 

Como é que o Sling pode ser um aliado na ajuda corporal da mãe? 

Claro! Como sabemos, durante a gravidez há um avanço do centro de gravidade da mulher, e isso acaba por se traduzir em alterações posturais, mecânicas e estruturais do corpo, sobretudo ao nível da coluna e da bacia. Por isso surgem muitas vezes dificuldades como lombalgias, dores da cintura escapular, e mesmo dores na bacia, porque o corpo está a habituar-se ao bebé que vai crescendo. Portanto o corpo vai-se ajustando e vai sofrendo alterações. 

Depois de ter o bebé a mãe tem de recuperar dessas alterações da forma mais saudável e mais acompanhada possível. No trabalho que faço no consultório, e que me faz muito feliz, é conseguir acompanhar este processo logo desde a gravidez. Não só para preparar estas alterações cosméticas e estruturais da mãe, aliviando a dor e preparando o parto, mas depois também acompanhar a recuperação. 

A mãe no pós-parto, além de ter de recuperar de todas essas alterações, tem o bebé a quem tem de dar colo. E, se for um colo de braços, que normalmente é um colo dextro, vem criar mais uma assimetria da distribuição de carga naquele corpo, naquela coluna, que se pretende que volte à saúde anterior à gravidez. Para além da amamentação que também acaba por oferecer uma postura de anteriorização e de flexão do corpo que também promove dores e dificuldades ao nível dos ombros, das omoplatas e da cervical. 

O Sling surge como uma ajuda que continua fora do consultório, que faz com que haja uma adoção de boas posturas, de bons comportamentos posturais e mecânicos que o babywearing permite. Isto porque no babywearing o bebé é transportado no centro do corpo da mãe, com todas as virtudes de apego, de vínculo, de amor e carinho, que produz, e não cria assimetrias de carga.

Há estudos muito interessantes sobre isto, e um muito recente de 2020 que comparou, no pós parto, mães que dão colo de braços sem babywearing e as mães que o fazem com ajuda de babywearing, Conclui-se que há menos dor, menos report de dor e, se tem todas as vantagens para a saúde e para o conforto, claro, que eu falo sempre delas. 

Ajuda a uma boa postura para a mãe, a coluna fica logo mais direita, há uma melhor distribuição de peso. Isto no caso dos porta-bebés que são simétricos. Mas também há porta-bebés que são assimétricos e nos casos em que há queixas, de dores lombares ou de costas, convém utilizar os porta-bebés simétricos, para que o centro de gravidade da mãe e do bebé sejam coincidentes e seja muito mais fácil carregar.

Claro, até porque são 24 horas naquela posição, naquelas solicitações a que o bebé obriga, e que se fazem com todo o amor, carinho e empenho mas que, ao longo dos dias e dos meses, se traduz muitas vezes em dificuldades e dores… 

Dores até nos pulsos, pela forma como por vezes se carrega o bebé. 

Pois é!

Falámos há pouco da displasia da anca. Quer explicar-nos o que é a displasia e como é que a utilização do Sling e o babywearing podem ajudar nesta situação? 

O conceito de displasia da anca evoluiu de há alguns anos para cá. O termo que mais se utilizava era a luxação congénita da anca que evoluiu para a doença displásica da anca, uma vez que muitas das displasias não se traduzem mais tarde em luxação. 

A displasia é uma má formação da articulação coxo-femural do bebé, em que existe uma incapacidade, com caráter variável, de conseguir encaixar bem a cabeça do fémur. Isto acontece por várias razões. Por exemplo, o bebé passar a gravidez sentado, que são os tais bebés pélvicos que, por um conflito de espaço, favorecem a hiperextensão das pernocas e acaba por evoluir aí a displasia. 

A lassidão ligamentar, nas primeiras duas semanas, traduz-se muitas vezes em instabilidade da anca, mas muitas vezes é só instabilidade e depois não evolui para displasia e tem a ver com uma hormona que é a relaxina, que é a hormona da mãe e que está muito presente no pré-parto e que tem uma influência muito grande nas meninas. É por isso que são as meninas que têm mais displasia da anca, deve-se à influência desta hormona materna.

Muitas vezes são só duas semanas em que há essa instabilidade, há um click da anca que não é uma displasia, e muitas vezes evolui para a cura, outras vezes evolui para a displasia. Portanto é preciso acompanhar, aqui fazemos essa avaliação no consultório até podermos dizer que não existe de facto displasia da anca. São feitos vários testes ortopédicos ao longo dos primeiros meses e se houver suspeita faz-se uma ecografia ao fim de um mês. Depois, ao fim de quatro a seis meses, um raio-x porque já existem núcleos de ossificação e portanto a imagem radiológica já nos dá informação importante.     

O que eu acho que é muito significativo e o que eu gostava de transmitir é que a displasia da anca, a ideia que penso que existe, é que, se não é triada à nascença à partida já não evolui, e não é verdade. Os testes muitas vezes dão-nos uma percentagem de probabilidade de ser displasia mas não nos dão, durante algum tempo, a segurança de que não possa vir a desenvolver-se. 

Daí a importância de estarmos sempre atentos e da profilaxia da displasia da anca, por que ela, apesar de poder não haver suspeita à nascença, pode estar ali, de maneira meio escondida, por que o teste não se traduziu numa segurança total no diagnóstico. O meu conselho é o bem que faz as mães transportarem os bebês com a abdução da anca, aquela posição em M, que já é bem conhecida, que favorece o bom encontro do colo do fêmur. E por isso há uma incidência muito menor na cultura africana, e também na cultura asiática, em que se transportam os bebés nos panos há já muito, muito tempo. Com essa abdução acaba por evitar que se desenvolva uma instabilidade que tende a evoluir para displasia. 

Aqui no consultório é feito o tratamento dirigido osteopático, de um bom encontro, do equilíbrio das estruturas, mas depois é preciso continuar em casa com exercícios que são ensinados aos pais. É um trabalho sempre de equipa e é isso que faz sentido. Agora também com a Pulguinhas, porque com a ajuda do Sling as mães têm esse trabalho muito facilitado em relação à displasia, permitindo que o bebé seja transportado nessa posição e funcionando, no fundo, como uma intervenção precoce.   

Permite que, logo cedinho, se mantenha a posição que é saudável e de equilíbrio para que não venha talvez mais tarde, aos oito ou doze anos, descobrir-se, porque a criança até claudica na marcha. Tem como se diz na gíria “de pato”, porque acaba por não conseguir fazer uma abdução correta da anca e acaba por ter até depois tratamentos mais complicados.  

Mesmo nas situações em que a mãe não está a pôr em prática os exercícios praticados em consulta, estará, mesmo sem saber e sem esforço, a trabalhar para permitir que o osso vá solidificar na forma correta, não é? 

É isso mesmo.

Sobretudo em casos em que há uma suspeita ou um risco de haver um diagnóstico de displasia…

Supondo que até já vem com esse diagnóstico de displasia da anca… há uma luxação que é redutível e uma que não é redutível. Acontece que essa capacidade de redução, de correção da displasia acontece com essas ajudas também, com esses tratamentos e com uma boa correção diária da postura e da posição das pernocas do bebé. 

Falámos há pouco também da plagiocefalia, as alterações cranianas. À semelhança do que acontece com a displasia da anca, como é que o colo do Sling também poderá ser um aliado nestes casos?

   

Claro que sim. Em relação às alterações ou malformações cranianas, são situações à semelhança do torcicolo e do refluxo, são situações mais comuns do que se calhar se pensa. Todo o cuidado preventivo é fundamental. Na plagiocefalia é possível ter um cuidado preventivo para que ela não se desenvolva. Às vezes acontece que o bebé ainda durante a gravidez adotou uma posição, por conflito de espaço ou por pouco líquido amniótico (e também por isso é que gostamos de receber as mães ainda com o bebé dentro do seu casulo) e a cabeça do bebé acaba por se colar um pouco à superfície do útero e acaba logo por haver esse aplanamento do crânio logo dentro da barriga da mãe. 

Muitas vezes ocorre já fora da barriga da mãe, quando nasce. Pode ser associado a um torcicolo ou não, existe um condicionamento da livre mobilidade craniana e o bebé gosta mais de uma determinada posição. É naquela posição que se sente mais confortável e acaba por ser naquela posição que passa mais tempo. Sobretudo se for um bebé que até dorme muito bem vai acabar por passar mais tempo com o crânio na mesma posição, apoiado naquela superfície mais rígida. A cabeça do bebé, como sabemos até aos dois anos, ainda não tem a ossificação completa e é ainda muito plástica, muito sujeita e permeável a estas pressões.  

O que aqui fazemos é a correção do equilíbrio das estruturas, o caminho certo para aquele crânio poder voltar a adotar a posição correta, o desenvolvimento correto em termos de espaço. Mas também há aqui muita questão informativa: a consulta não é só o tratamento em si, mas é também um espaço de informação e de divulgação importante. É aqui que fazemos o tratamento mas, se depois em casa voltamos a permitir a mesma posição, não se consegue que a situação reverta tão facilmente.  

É muito importante que se vá alterando a posição do bebé na caminha ou, em alternativa, levá-lo junto ao seu coração, na posição mais vertical. Sem as estruturas mais rígidas a fazer contacto direto com o crânio, o Sling acaba por ser uma ajuda muito boa.

Portanto, levar o bebé na posição mais vertical durante o dia e quando tem de ir para uma superfície mais rígida como a cama, ou o berço, então alternar a posição para que a cabeça não esteja sempre em contacto com o mesmo lado…

Quanto menos tempo o bebé estiver em contacto com essa superfície mais rígida, melhor. Quanto mais tempo conseguir passar nesse contacto e nessa posição vertical melhor para tratar a plagiocefalia.  

Vejam as diferenças e a evolução após as sessões de osteopatia aliadas à utilização do Sling. 

 

Um outro aspecto preocupante para os pais, e que muitas vezes está associado a crises de choro, tem a ver com o refluxo, com a dificuldade na digestão, cólicas muito fortes… em que medida é que a utilização do Sling pode diminuir estes desconfortos nos bebés? 

Há dois tipos de refluxo, o refluxo fisiológico e o refluxo patológico e é importante fazer esta distinção. Se o refluxo fisiológico consegue ser corrigido pela osteopatia e pela ajuda do Sling e outras manobras que podem ser feitas também em casa pelos pais, o patológico precisa de intervenção medicamentosa e de outros exames. Há um compromisso do aumento do peso, e há uma passagem constante do conteúdo gástrico, do leite, e dos ácidos do estômago para o esôfago causando um desconforto muito grande. 

Já o refluxo fisiológico faz parte dos primeiros meses do desenvolvimento do bebé. Tem a ver com a maturação do próprio processo digestivo que se tem de fazer durante estes primeiros meses. Depois há bebés que nascem com este processo mais maduro ou um bocadinho menos maduro. Muitas vezes, estas dificuldades digestivas estão muitas vezes condicionadas por torcicolos ou por malformações cranianas que condicionam a passagem de informação de um nervo que é o nervo rei do sistema nervoso, que é o nervo vago. E se o nervo vago que passa aqui no osso temporal está condicionado, ou porque aquela posição o condiciona, ou porque houve um aplanamento do crânio que não permite que o nervo consiga passar a informação que é precisa para um bom funcionamento digestivo. 

Um bom funcionamento digestivo também se traduz em sucção, deglutição, em cólicas, obstipação, diarreia ou, também, no refluxo. O trabalho que fazemos na osteopatia pediátrica, através de técnicas muito confortáveis,que muitas vezes resultam em bebés a dormir, acaba por ser a libertação dessa estrutura nervosa. 

Claro que se o bebé estiver mais vertical, e se houver ajuda ao processo digestivo, o refluxo terá muito menos sintomas e muito menos queixas. E quando digo “ajudas ao processo digestivo” refiro-me por exemplo ao contacto pele a pele, o quentinho na barriga e no estômago, e no conforto. Tudo isto vai ativar o sistema nervoso parassimpático, relaxa, ativa o vago e acaba por dar uma ajuda importante à resolução destas questões digestivas. É fácil perceber como é que o Sling se encaixa neste tratamento e é um aliado importantissimo. 

O bebé está junto à sua mamã, termodinamicamente e fisiologicamente é o melhor possivel, e está numa posição mais vertical. 

Porque também favorece o alinhamento da anatomia, não é? Quando o bebé está na vertical, automaticamente a anatomia está toda alinhada, portanto a digestão far-se-á da melhor forma…

A partir de quando é que se pode utilizar o Sling. Os pais têm por vezes a ideia de que adquirem um SLing que é para ser utilizado depois quando chegam a casa. Mas há estudos que comprovam que é fundamental em contexto hospitalar, e em algumas situações. 

Na verdade, diria que em todas as situações que agora com a introdução do Sling Casilo que promove o contacto pele a pele, os benefícios estão à vista… 

Faz sentido utilizar o Sling assim que o bebé nasce, enquanto ainda estão no hospital? 

Faz  todo o sentido introduzir o Sling e o babywearing logo no início da vida do bebé, como ajuda à mãe e como ajuda ao bebé numa vertente preventiva. É da máxima importância trabalharmos na prevenção na saúde e não na correção. E o Sling, logo cedo na vida do bebé, pode funcionar também para não deixar evoluir situações que poderão ter de ser tratadas mais tarde. 

Existem estudos, até um muito recente que funcionou numa unidade de cuidados intensivos neonatais nos Estados Unidos, feito com bebés que estavam a ser tratados à abstinência ao uso de opióides por parte das mães (que é uma questão quase que epidémica nos Estados Unidos). É muito engraçado porque o Sling foi usado nos bebés, nos pais dos bebés e nos voluntários que trabalhavam nessa unidade, e testaram as virtudes de conforto termodinâmico e a redução de frequência cardíaca nos bebés, nos pais e nos voluntários. Todos ficaram com o ritmo cardíaco normalizado e os bebés reduziram em cerca de 15 ciclos por minuto o batimento cardíaco, o que é muito significativo.  

Portanto, claro que sim, como ajuda aos voluntários, ao bebé, às mães e à família, como forma preventiva, faz todo o sentido. 

É muito importante o que acabou por referir. Por vezes os pais assumem o Sling como uma peça sua, mas o Sling pode ser utilizado por qualquer cuidador. Falámos agora de profissionais da área de saúde, mas mesmo quando a mãe vai para casa e se está mais debilitada, o pai pode dar colo, a avó pode dar colo, o mano mais velho pode dar colo…

Falámos de muitos casos importantes para perceber como é que o Sling pode ser uma ajuda para o trabalho osteopático, de maneira a que o bebé possa ter melhor bem estar e os pais possam ficar mais confortáveis perante estas situações clínicas. 

Agora a pergunta mais importante: Onde é que os pais Pulguinhas a podem encontrar? Onde é que podem ter a sua ajuda ou saber mais sobre estes assuntos?

Convido desde já os pais que estejam interessados em conhecer a Osteopatia Pediátrica que o façam e até que o façam logo que pensam engravidar, para podermos acompanhar todo o processo que é uma viagem muito, muito bonita. 

Não percam a entrevista vídeo no YouTube da Pulguinhas e partilhem estas informações úteis para bebés e famílias.

Sobre Susana Wilton:

Licenciada em Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem de Calouste

Gulbenkian de Lisboa, com perto de 20 anos de experiência em contexto hospitalar, metade do qual no Serviço de Obstetrícia e Neonatologia.

À pós-graduação em Osteopatia seguiu-se a  Licenciatura e uma nova pós-graduação na London School of Osteopathy (Osteopatia Obstétrica e Pediátrica).

O seu Consultório de Osteopatia Pediátrica, situa-se na Rua Pinheiro Chagas, em Lisboa.

site: www.susanawilton.com

Instagram: @susanawiltonosteopatia

Email: susanawilton@gmail.com

Facebook: @susanawiltonosteopatia

Linkedin: linkedin.com/in/susana-wilton-94739b216

A Bibliografia de suporte a esta entrevista pode ser consultada aqui:

1. Lasovetskaya, Larisa, Karpova, Tatiana (2009). Osteopathische Behandlung
entwicklungs-bedingter Hüftdysplasie bei Säuglingen während des ersten
Lebensjahres. Osteopathische Medizin. 10(4):4-9.
DOI: https://doi.org/10.1016/j.ostmed.2009.07.001
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1615907109000707
2. Mannen, Erin, Havens, Kathryn, Kahney, Alexandra, Nelson-Wong, Erika (2020).
Baby-Carrying Method Impacts Caregiver Postural Sway and Pain During
Prolonged Standing. Journal of Women's Health Physical Therapy. 44(2):47-53.
DOI: 10.1097/JWH.0000000000000163
https://journals.lww.com/jwhpt/fulltext/2020/04000/baby_carrying_method_impacts_c
aregiver_postural.2.aspx
3. Sant´Anna, Francisco (2009). Doença displásica da anca – conceitos básicos e
orientações em Medicina Geral e Familiar. Revista Portuguesa de Clinica Geral.
25(4):445-49.
DOI: https://doi.org/10.32385/rpmgf.v25i4.10649
https://www.rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/10649
4. Siddicky, Safeer, Wang, Junsig, Rabenhorst, Brien, Buchele, Lauren, Mannen, Erin
(2020). Exploring infant hip position and muscle activity in common baby gear
and orthopedic devices. Journal of Orthopaedic Research. 39(5):941–49.
DOI: https://doi.org/10.1002/jor.24818.
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1002/jor.24818
5. Sidharthan, Sreetha, Kehoe, Clare, Dodwell, Emily (2020). Post-Natal Positioning
through Babywearing: What the Orthopaedic Surgeon Needs to Know - Current
Concept Review. Journal of the Pediatric Orthopaedic Society of North America.
2(3):1-12. https://www.jposna.org/ojs/index.php/jposna/article/view/131
6. Unwin, Sarah, Dika, Cheryl (2017). Deformational Plagiocephaly - A Focus on
Prevention. The Journal for Nurse Practitioners. 13(2):162-69.
DOI: https://doi.org/10.1016/j.nurpra.2016.10.015
https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1555415516306134
7. Vaidya, Sandeep, Aroojis, Alaric,  Mehta, Rujuta (2021). Developmental Dysplasia
of Hip and Post-natal Positioning: Role of Swaddling and Baby-Wearing. Indian
Journal of Orthopaedics. 25;55(6):1410-16. DOI: 10.1007/s43465-021-00513-3
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35003533/
8. Williams, Lela, Gebler-Wolfe, Molly, M. Grisham, Lisa,. Bader, M. Y. ( 2020).
“Babywearing” in the NICU An Intervention for Infants With Neonatal
Abstinence Syndrome. Advances in Neonatal Care. 20(6):440–49.
DOI: 10.1097/ANC.0000000000000788
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33009160/

Deixe o seu comentário

Todos os campos são obrigatórios

Nome:
E-mail: (Não público)
Comentário:
Type Code

Categorias do Blog

Artigos populares

Artigos recentes

Procurar no Blog

Arquivo do Blog