As sestas do recém-nascido: por que o colo da mãe (ou pai) é o lugar mais natural para dormir
Os primeiros dias com o teu bebé são uma mistura de amor, exaustão e descobertas. Estás ainda a tentar criar rotinas, a ouvir e a decidir se vais seguir conselhos, mas há uma dúvida que volta sempre: “Será que faço mal ao deixar o meu bebé dormir no colo?”
Se ainda não conheces a Pulguinhas, deixa-me que apresente. Esta é uma comunidade que defende o direito a crescer em amor, com tempo para que a autonomia chegue sem ser forçada e isto traz resultados.
A verdade é que o COLO não é um mau hábito. O colo nem sequer é um hábito: é uma necessidade biológica. Nos primeiros meses de vida, o bebé ainda vive o que chamamos de exterogestação. Este é um período de adaptação fora do útero, em que o corpo da mãe continua a ser o ambiente mais seguro e familiar que ele conhece. E cada vez mais a ciência e a experiência comprovam que a exterogestação deve ser vivida com muito pele a pele e colo.
Por que é que o teu colo é o melhor lugar para as sestas
Há vários motivos biológicos para isto. Durante o sono, o bebé precisa de sentir os mesmos estímulos que tinha na barriga: o batimento do teu coração, o balanço dos teus movimentos, o cheiro e o calor do teu corpo.
Quando dorme no colo, esses estímulos continuam presentes e isso ajuda o bebé a regular a temperatura do seu corpo, o ritmo respiratório e também o batimento cardíaco, tudo isto promove um sono mais profundo e tranquilo.
Mas há mais. No caso da mãe, este contacto constante com o bebé ativa no teu corpo a ocitocina, a chamada hormona do amor, que reduz o stress, facilita a amamentação e reforça o vínculo entre vocês os dois.
Como é que eu sei isto?
Sou a Rita, fundadora da Pulguinhas, psicóloga e mãe de quatro rapazes e há quase 20 anos que acompanho famílias e bebés no início da vida. Sei bem como este é um tempo intenso, desafiante e bonito.
Foi dessa experiência, de procurar criar com colo, que nasceram os Slings Pulguinhas, pensados para tornar o colo mais fácil, mais confortável e mais livre. Acredito que quando cuidamos com acolhimento, o mundo também se torna mais leve. Não inventei o babywearing, mas aprimorei com o que aprendi para que seja uma prática que chegue, cada vez mais, a todos.
O papel do Sling nas sestas do bebé
É durante as sestas e as rotinas do dia a dia com o bebé que o babywearing faz toda a diferença. Nos primeiros meses o bebé dorme a maior parte do dia e da noite, apesar de poder fazer sonos curtos e sem horário. Quanto contas com a ajuda do Sling consegues acolher o teu bebé da forma mais natural possível, mantendo-o junto de ti enquanto continuas o teu dia.
Com o babywearing o bebé adormece onde se sente bem: no teu colo. E tu ganhas liberdade para fazer o que precisas, com os braços livres e o coração leve.
Além disso, quando chega a hora de o passar para o berço, manter o bebé no sling ajuda a reduzir o choque do movimento e o choque térmico, tornando a transição mais suave e natural. Vê neste vídeo todos os passos. Se usas um modelo diferente envia-me uma mensagem para te encaminhar o tutorial correspondente.
Estudos científicos mostram que os bebés que são transportados junto ao corpo do cuidador choram até 43% menos ao longo do dia e da noite, precisamente as horas mais difíceis para tantas famílias.
O contacto constante transmite segurança e ajuda o bebé a regular as suas emoções e o seu sistema nervoso, tornando tudo mais calmo, previsível e leve. E é aqui que está o segredo da verdadeira autonomia. Por isso, se queres um bebé que é confiante ao ponto de mais tarde dormir sozinho, dá-lhe agora o colo que ele precisa para ganhar essa confiança.
Mas quando é que o bebé vai ser autónomo no sono?
As etapas das sestas
Nos primeiros três meses, o colo é praticamente essencial a todas as horas. Como já visto, nesta fase o bebé ainda vive a exterogestação e precisa de contacto constante para regular temperatura, respiração, sono e emoções.
Entre os quatro e os seis meses, muitos bebés começam a ter ciclos de sono mais definidos e a aceitar pequenas transições. Nesta fase é comum adormecerem no colo e depois passarem para o berço. Nem sempre é simples fazer esta transição, mas se quiseres conhecer um truque que tem excelentes resultados envia-me uma mensagem e vou ajudar-te.
A partir dos seis a nove meses, o bebé começa naturalmente a procurar mais movimento e estímulo. Nessa altura, o babywearing continua a ser útil e podes experimentar Slings mais laterais que mantém o bebé com maior campo de visão e interação (modelos como o Sling Argolas ou o Sling Pouch) para os momentos em que precisa de conforto, proximidade ou pequenas sestas em passeio.
Depois, até aos dois ou três anos é natural que o bebé continue a querer aninhar-se no teu colo para adormecer e com o Sling esse peso é mais fácil de suportar. As noites já são mais autónomas e serão progressivamente mais calmas.
Por isso, deixa o teu bebé adormecer e até dormir ao colo. Não lhe vai fazer mal, antes pelo contrário: faz bem! E não somos só nós na Pulguinhas a dizê-lo, são centenas de famílias como a tua.
O que dizem as famílias Pulguinhas
“Foi o melhor para gerir o dia a dia com um bebé pequenino. Para o acalmar e fazer sestas boas. Para ir às compras e dar caminhadas. E o material deste sling faz toda a diferença no conforto do bebé. Recomendo a 100%.”
Joana Lage
“O sling oferece tudo aquilo que um bebé merece: uma transição suave do mundo intrauterino para o exterior. É como se fosse a extensão do corpo da mãe. E o corpo da mãe é o seu habitat natural. Este sling é seguro, é suporte, é conexão, é vínculo e é, sem dúvida, o melhor colo do mundo.”
Tânia Catarino
“Meu Deus, foi a minha salvação. Super obrigada! Já ato o sling e ponho-a num minuto. Dorme em dois. Há dias em que o coloco só para a adormecer e depois tiro e deito-a na cama.”
Leonor
Se o teu bebé só dorme bem no colo…
Não há nada de errado! Há apenas um corpo pequenino que depende inteiramente de ti a lembrar-se de onde se sente bem. Experimenta transformar esse colo em descanso, para ele e para ti, com o babywearing que simplifica a tua maternidade.
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